quarta-feira, 23 de abril de 2014

Village Moutonnee






O Village Moutonnée é um loteamento fechado, com lotes a partir de 175 metros quadrados

Ampla área verde, portaria com segurança 24 horas por dia, área de lazer, academia fitness e uma localização privilegiada, ao lado de um dos principais pontos turísticos da cidade de Salto

 Parque Rocha Moutonnée. Essas características tornam o Village Moutonnée um dos melhores lugares para quem busca investir em segurança e qualidade de vida.


Contato (19) 3816-6303 ou 3875-3855

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Oportunidade unica para investimento em Indaiatuba




BREVE LANÇAMENTO EM INDAIATUBA!!!!










- APARTAMENTOS DE 62 METROS QUADRADOS

    03 DORMITÓRIOS SENDO UMA SUITE, 

   DUAS VAGAS DE GARAGEM E IMENSA ÁREA DE LAZER.

-LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA.

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 EMAIL: tiago@baronibarros.com.br

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

John Deere inaugurated in Indaiatuba - Sp expected to bring more housing and investments in technological areas of the city


Entrepreneurs invest not only in thinking this, but trusting in the future" 

The declaration of Vice President Michel Fear was taken at the opening of two factories for construction enterprises John Deere and Hitachi in Indaiatuba / SP equipment. 
They will manufacture excavators, backhoes and loaders. 
The investment is $ 430 million and should generate 2400 direct and indirect jobs.

"Empresários não investem pensando apenas no presente, mas confiando no futuro"

A declaração do vice-presidente Michel Temer foi feita na inauguração de duas fábricas de equipamentos de construção das empresas John Deere e Hitachi, em Indaiatuba/SP. 
Elas vão fabricar escavadeiras, retroescavadeiras e pás carregadeiras. 
O investimento é de R$ 430 milhões e deve gerar 2400 empregos diretos e indiretos.

Fotos: Romério Cunha 


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Contadores deverão comunicar operações suspeitas de lavagem de dinheiro de seus clientes



O Conselho Federal de Contabilidade-CFC, editou recentemente a Resolução n. 1.445/13, a fim de ‘regulamentar’ o crime de ‘Lavagem de Dinheiro’ tratado na Lei 9.613/98 (Lei de Lavagem de Dinheiro). De acordo com a Resolução 1.445/13, que passou a vigorar a partir de janeiro de 2.014, “os profissionais e Organizações Contábeis que prestem, mesmo que eventualmente, serviços de assessoria, consultoria, contadoria, auditoria, aconselhamento ou assistência, de qualquer natureza”, ao detectar qualquer suspeita de crime de lavagem de dinheiro ou de financiamento ao terrorismo, dos negócios ou atos de seus clientes, deverão proceder a comunicação dos mesmos ao Coaf, sob pena de severas punições.
Mas, afinal, o que é crime de lavagem de dinheiro? Segundo a Lei de Lavagem de Dinheiro (Lei 9.613/98, art. 1º), é “ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, diretamente ou indiretamente, de infração penal.”. Destaca-se essa última palavra: infração penal, que pode ser ‘crime’ ou mera ‘contravenção penal’. Assim qualquer movimentação financeira que teve como origem uma ‘infração penal’ poderá ser considerado como ‘crime antecedente de lavagem de dinheiro’. Ou seja, para constituir crime de lavagem de dinheiro, exige-se a existência de um ato ilícito antecedente: infração penal. Não precisa o crime antecedente ser um seqüestro, roubo, venda de drogas ou de armas, contrabando ou da corrupção, basta uma contravenção penal para caracterizar crime de lavagem de dinheiro. Se o dinheiro obtido através de infração for ocultado, dissimulado através de movimentação ou transferência de bens, ou seja, quaisquer meios utilizados para ocultar ou dissimular o dinheiro obtido com a infração penal (crime antecedente), caracteriza-se crime de lavagem de dinheiro.
Sonegação fiscal é contravenção penal (infração penal) e, assim, considerado um crime antecedente para tipificar a ‘lavagem de dinheiro’. Qualquer movimentação para ocultar ou dissimular o dinheiro sonegado fiscalmente pelo cliente, o Contador deverá comunicar ao Coaf – Conselho de Controle de Atividades Financeiras, que é a Unidade de Inteligência Financeira no Brasil, com a finalidade de ‘disciplinar, aplicar penas administrativas aos órgãos por ele fiscalizados, como empresas de factoring, cartões de crédito (Os profissionais e Organizações Contábeis são fiscalizados pelo Conselho Federal de Contabilidade-CFC), receber, examinar e identificar as ocorrências suspeitas de atividades ilícitas’. Através das comunicações recebidas, o Coaf verificando a suspeita de crime de lavagem de dinheiro, encaminhará as informações para às autoridades competentes.
Comunicar não é caguetar! Se o cliente, seus atos ou negócios se enquadrarem na listagem apresentada na Resolução 1.145/13, o Profissional ou Organização Contábil deverá fazer a comunicação ao Coaf, mantendo sigilo dessa comunicação. A comunicação deverá ser feita no prazo de 24 (vinte e quatro) horas ‘a contar do momento em que o responsável tomar conhecimento do ato.’ A comunicação deverá ser feita via internet no site do Coaf (www.coaf.fazenda.gov.br). O Coaf também tem obrigação de manter o sigilo da comunicação realizada.
O que se comunica? Para detectar suspeita de crime de lavagem de dinheiro, o Profissional ou Organização Contábil em alguns casos, dependerá de seu feelling como enquadrar o cliente ou seu negócio como ‘comunicável ao Coaf’, como, por exemplo: i) aparência de outro ramo de negócio; ii) falta de clareza da origem ou complexidade do negócio a dificultar o rastreamento; iii) incompatível com o patrimônio ou capacidade financeira do cliente; iv) resistência em dar informações; v) operações fictícias com indícios de sub ou superfaturamento; vi) condições incompatíveis com as praticas de mercado; vii) tentativas de burlar os controles. Noutros casos, basta enquadrar nos incisos da Resolução do CFC para comunicar como: i) falta de identificação do destinatário final; ii) domicílios do clientes/sócios em regiões apontadas pelo Gafi e Secretaria da Receita Federal como de alto risco ou com deficiências estratégicas ao combate à lavagem de dinheiro; iii) prestação de serviço envolvendo recebimento de valor em espécie, cheque ao portador ou integralização de bens móveis ou imóveis, igual ou superior a 30 mil reais; iv) constituição/aumento de capital social, aquisição/pagamento a terceiro, em espécie, acima de 100 mil reais.
Implementação de Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro. O que é isso? Os Profissionais e Organizações Contábeis deverão estabelecer e implementar políticas de prevenção compatíveis com seu porte e volume de operações, objetivando  combate a lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Identificar seus clientes, destinatário final, fazer cadastros, promover a seleção e treinamento de empregados para monitorar e detectar casos suspeitos de crime de lavagem de dinheiro deverá se tornar rotina na atividade contábil. Conhecer seu cliente e seu funcionário será uma necessidade para uma perfeita adequação dos novos desafios da atividade contábil.
Quem não cumprir será punido! As sanções administrativas previstas na Lei de Lavagem de Dinheiro vão desde uma advertência à cassação da atividade, passando por multas que podem chegar a 20 milhões de reais. Essas sanções previstas pela Lei de Lavagem podem estar ou não cumuladas com as sanções aplicáveis pelo próprio Conselho Federal de Contabilidade-CFC.
Por todo o exposto, é indispensável que o Profissional e a Organização Contábil conheça e discuta com seus sócios e funcionários, como deverão proceder para aplicar a nova norma e implementar a Política de Prevenção ao Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo.
Matéria publicada por: 
Antonio Carlos Donini (acdonini@doniniadvogados.com..br) advogado e Marcos Apóstolo (marcos@itamaratyonline.com.br) Contador. Autores do livro:
“NORMAS DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO”
Comentários à Resolução n. 1.445/13 do Conselho Federal de Contabilidade-CFC – Editora Klarear e-mail: pedido@editoraklarear.com.br
 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Per quanto riguarda le prospettive 2014 è un anno difficile per le recensioni.



 Coppa del Mondo e le elezioni creano un ambiente diverso da quelli a cui siamo abituati . Se da un lato la coppa può causare qualche calo nel commercio durante la sua realizzazione , il fatto che noi le elezioni saranno probabilmente causerà il governo ad adoperarsi per l'economia a essere potenziato .

Ed è legata non solo al caso in cui illusione dovrebbe tirare prezzi verso il basso , secondo Dana Maestro FGV . Poiché il mutuo è stato dato più intensamente tra il 2009 e il 2010 , l'anno della Coppa del Mondo potrebbe segnare un periodo di alti valori di default nel settore .

A causa di questo scenario , l'insegnante , il settore immobiliare non è un buon investimento in questo momento. "Chi è l'acquisto di vendere , perderà i soldi dopo la Coppa del Mondo", in cui crede.

Si stima che i prezzi di alcuni immobili nelle città 12 host possono precipitare al 50 % dopo l' evento sportivo , in particolare nella città di São Paulo . "Senza dubbio , i prezzi di residenziale , recente e situato nelle regioni centrali della San Paolo Real Estate si ridurranno ulteriormente ", dice.

Alcune regioni hanno ricevuto forti investimenti in infrastrutture, che quindi avrebbe valorizzare i prezzi degli immobili . Inoltre , alcuni credono di trarre profitto da affittare case ai turisti durante l'evento .

La domanda di immobili in affitto e, di fatto , esiste, ma Dana sostiene che i livelli dei prezzi attuali sembrano infondate e molto al di sopra del limite ragionevole .

" I brasiliani credono che tutti i problemi delle infrastrutture , la salute e la sicurezza del paese saranno risolti nei prossimi due anni , che avrebbe valore tutte le proprietà ", dice l'insegnante . " I prezzi rimangono un sogno , una credenza , non la realtà . "


Regarding the prospects, 2014 is a year complicated for evaluations. ( World Cup )



 The World Cup and elections create a different environment than those to which we are accustomed. If on the one hand the Cup may cause some decrease in business, during its implementation, the fact that we have elections would likely cause the government to commit itself to which the economy is stimulated. AND it is not only the illusion tied to event that should pull the prices down, in the opinion of Dana Professor FGV. 
As the real estate credit was given with more intensity between 2009 and 2010, the year of the Cup may mark a period of large defaults in the industry. On account of this scenario, for the teacher, the buildings are not a good investment at this time. "Who is buying to sell, will lose money after the crown", he believes. It is estimated that the prices of some buildings in 12 cities-headquarters can plummet by up to 50% after the sporting event, mainly, in the city of São Paulo.
"Who is buying to sell, will lose money after the World Cup," he believes
It is estimated that the prices of some properties in the 12 host cities can plummet to 50% after the sporting event, especially in the city of São Paulo. "Undoubtedly, prices of residential, newer and located in the central regions of Sao Paulo Real Estate will fall further" he says.
Some regions have been receiving heavy investments in infrastructure, which therefore would value the property prices. Furthermore, some believe in profiting from renting homes to tourists during the event.
The demand for rental properties and, in fact, exist, but Dana argues that current price levels seem unfounded and far above the reasonable limit.

"The Brazilians believe that all the problems of infrastructure, health and security of the country will be solved in the next two years, which would value all properties," says the teacher. "Prices remain a dream, a belief, not reality."

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Os preços dos imóveis devem ter uma desvalorização severa após a Copa do Mundo de 2014,

     

  Quanto às perspectivas, 2014 é um ano complicado para avaliações.
 Copa do Mundo e eleições criam um ambiente diferente daqueles aos quais estamos acostumados. Se por um lado a Copa poderá causar certa diminuição nos negócios, durante sua realização, o fato de termos eleições provavelmente fará com que o governo se empenhe para que a economia seja dinamizada.
E não é somente a ilusão vinculada ao evento que deve puxar os preços para baixo, na opinião de Dana Professor FGV. Como o crédito imobiliário foi dado com mais intensidade entre 2009 e 2010, o ano da Copa pode marcar um período de grande inadimplência no setor.

Por conta deste cenário, para o professor, os imóveis não são um bom investimento neste momento. “Quem for comprar para vender, vai perder dinheiro depois da Copa”, acredita.

Estima-se que os preços de alguns imóveis nas 12 cidades-sede podem despencar até 50% depois do evento esportivo, principalmente, na cidade de São Paulo. “Sem dúvida, os preços dos imóveis residenciais, mais novos e localizados nas regiões centrais de São Paulo vão cair mais”, destaca.

  • Algumas regiões vêm recebendo pesados investimentos em infra-estrutura, o que, por consequência, valorizaria os preços dos imóveis. Além disso, há quem pense em lucrar com o aluguel de residências para turistas durante o evento.
    A demanda por imóveis e por alugueis, de fato, existe, mas Dana defende que os patamares atuais de preços parecem infundados e muito acima do limite razoável.
  • “Os brasileiros acreditam que todos os problemas de infraestrutura, saúde e segurança do País serão resolvidos nos próximos dois anos, o que valorizaria todos os imóveis”, afirma o professor. “Os preços seguem um sonho, uma crença, não a realidade.”
    Inadimplência
    “Os imóveis começam a ser entregues, surgem outros custos, a pessoa se enforca e fica inadimplente”, explica o professor. Isso, de acordo com ele, desencadearia uma onda de venda de imóveis, contribuindo para derrubar os preços.
    Mau negócio
    Como o dono do imóvel não quer perder dinheiro com o negócio, no primeiro momento, ele não reduzirá o preço, mas o problema, segundo Dana, é que o comprador também não vai querer pagar. Conclusão: não há negócio.
    “O primeiro sinal não é a diminuição dos preços, mas do número de negócios. A queda é um processo que demora um pouco mais para começar, mas à medida que mais pessoas querem vender, e menos querem comprar, os preços vão caindo”.